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Escritoras portuguesas na Flip 2018
 

Com o apoio do Camões – Centro Cultural Português em Brasília, a homenageia, este ano, a escritora brasileira Hilda Hilst, considerada pela crítica uma das maiores escritoras de língua portuguesa do século XX. Poeta, ficcionista e dramaturga, a brasileira Hilda Hilst (1930-2004) é autora de uma obra singular, que abordou o amor, o sexo, a morte, Deus, a finitude das coisas e a transcendência da alma.

Estes são, aliás, os temas sobre os quais se debruçam, este ano as mesas literárias, num registro mais "íntimo" do que o do programa de 2017, dedicado ao escritor Lima Barreto, sobre as questões sociais e políticas do seu tempo, explica a curadora, Joselia Aguiar.

Às margens do rio Perequê-Açu, numa tenda especialmente montada para a festa, autores se reúnem em conversas que transitam por múltiplos temas, como teatro, cinema e ciência. Além disso, a Flip oferece uma programação que mantém seus princípios fundadores: originalidade, intimismo, informalidade, o encontro singular entre escritores e público e, acima de tudo, ações de permanência.

Entre os destaques desta edição, está o escritor norte-americano Colson Whitehead, vencedor do Prêmio Pulitzer de ficção com o romance "A Estrada Subterrânea", sobre uma fuga de escravos, editado em Portugal pela Alfaguara, a franco-marroquina Leila Slimani, vencedora do Prêmio Goncourt com "Canção Doce", editado também pela Alfaguara, sobre uma ama que mata duas crianças, e o franco-congolês Alain Mabanckou, finalista do Prêmio Man Booker Internacional.

Para informações complementares sobre a agenda dos eventos e programação da FLIP em flip.org.br

 
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