“Todo homem tem deveres com a comunidade”

Declaração Universal dos Direitos do Homem

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O grande escritor Ferreira de Castro

Autor de obras marcantes como “A Selva” e “Emigrantes”, Ferreira de Castro deu voz aos dramas da emigração, da pobreza e da condição humana, com uma escrita profundamente humana, social e comprometida.

A sua vida foi marcada por uma juventude difícil, a emigração para o Brasil ainda adolescente, e uma impressionante trajetória literária, que o levou a ser traduzido em dezenas de línguas e a tornar-se um símbolo da luta pela justiça e dignidade.

Hoje, a sua terra natal – Ossela – e todo o concelho de Oliveira de Azeméis recordam com orgulho o homem, o escritor e o legado imortal de Ferreira de Castro. José Maria Ferreira de Castro foi um grande escritor português. Existe uma biblioteca e uma escola secundária com o seu nome em Oliveira de Azeméis e uma escola básica, a qual é sede do agrupamento Ferreira de Castro e um museu em Sintra. 

“Os homens, na sua maioria, não se compreendem uns aos outros. Aferram-se ao seu egoísmo, a reações primitivas, a ideias feitas, a prejuízos remotos, uns; entregam-se à submissão, os outros, os mais fracos.” Ferreira de Castro do «pórtico» de a tempestade.

O aspecto fundamental da ficção de Ferreira de Castro é o realismo social, que o aproxima dos neorrealistas. Nascidas de sua vasta experiência nas matas da selva amazônica, as temáticas de seus romances enfocam a dramaticidade dos personagens carentes de valores humanos. Toda obra dele constitui um importante documento social, um verdadeiro espelho da realidade da vida contemporânea dos humildes.

A narrativa é apresentada através de uma linguagem direta, revestida de argumentos reais, que reproduzem com intensa dramaticidade o cotidiano das vidas injustiçadas.

Outras obras

  • Terra Fria (1934)
  • Pequenos Mundos, Velhas Civilizações (1937)
  • A Tempestade (1940)
  • A Volta ao Mundo (1944)
  • A Lã e a Neve (1947)
  • A Curva da Estrada (1950)
  • A Missão (1954)
  • Instinto Supremo (1968)

Ferreira de Castro faleceu na cidade do Porto, Portugal, no dia 29 de junho de 1974. Atendendo a seu pedido, foi enterrado em Sintra.

A tradição portuguesa se faz presente em diversas dimensões e a realização das festas em que se perpetua a maneira de ser da comunidade é uma realidade. Por isso nossos eventos aí estão para mostrar o que há de bom na música, na gastronomia, na história luso-brasileira. Acompanhe e participe dos próximos acontecimentos que, com certeza, unem cada vez mais as duas nações.
O ato solene comemorativo pela importante data de 22 de abril, “Dia do Descobrimento do Brasil” e da “Comunidade Luso-Brasileira” emocionou toda comunidade luso-brasileira presente. Tudo aconteceu no dia 26 de abril de 2026 na Comunidade Gebelinense, em Mairiporã. Bom ressaltar que todos os participantes ficaram muito orgulhosos e mais unidos com este grandioso evento do nosso Conselho. Além do 22 de abril, foi destacado o dia 25 de abril – Revolução dos Cravos.
O dia 25 de abril de 2026 foi muito especial para a cultura luso-brasileira. A escritora Carina Teixeira lançou mais uma obra de sua autoria, desta vez no Arouca São Paulo Clube. Trata-se do livro 30 Mulheres, 30 Histórias – Vozes da Comunidade Luso-Brasileira. Só sucesso.
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Somos privilegiados pela herança lusitana e também por podermos contar com o Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Estado de São Paulo que é o órgão que congrega nossa cultura viva em solo paulista. Pelo Conselho a história não se perde, porque uma das diretrizes da entidade é preservar e valorizar nossos usos e costumes que mantêm a tradição de nossa gente sempre presente nos festivais, no folclore, na música e na gastronomia. A ação do Conselho é defender um legado histórico e cultural inestimável.

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