
Paulistano, casado, 51 anos, pai do Miguel, é advogado, membro da Associação dos Advogados – AASP; ex-vice-presidente da Comissão de Família e Sucessões da OAB Santana; presidente da Comunidade Gebelinense de São Paulo, entidade fundada há 34 anos; Diretor do Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Estado de SP – CCLB; diretor jurídico do CCLB, especialista em Direito do Trabalho, em Processo de Trabalho e também especialista em direito societário.
Com muita honra recebi o convite para compor este artigo sobre a relação Brasil/Portugal e tentarei expressar minha opinião sem incluir o coração pelas duas Pátrias! Inobstante a igualdade do idioma, salvo dialetos regionais, temos, hoje uma relação muito forte entre as duas nações.
A cultura é uma das melhores e mais latentes pois de Portugal para o Brasil, veio o folclore, o fado, a música popular portuguesa, a comédia e por aí vai. O Brasil para Portugal exportou sua cultura, sua música, pois hoje, por exemplo, já se houve samba, sertanejo e outros ritmos originários do Brasil
Em relação à economia, impossível não destacar o azeite, vinhos, queijos portugueses que hoje se tem à disposição no Brasil e da mesma forma, Portugal é grande importador de matérias primas como petróleo, combustíveis, produtos agrícolas como soja, café entre outros.
Também há destaque para a culinária de ambos os países, pois hoje quem no Brasil não tem o prazer de provar a vasta culinária portuguesa e vice-versa? Desta forma, o que se pode dizer da relação Brasil/Portugal é que, não se trata somente de nações irmãs, mas sim duas escolas irmãs, aonde a troca de tudo que foi mencionado neste texto as faz evoluir culturalmente e economicamente.
Isto posto, por mais independentes que sejam uma da outra e, mesmo com os erros de cada uma delas no passado, não há como pensar nos dois países sem sentir e se orgulhar dessa ligação eterna e fraternal.
Amém!