“Todo homem tem deveres com a comunidade”

Declaração Universal dos Direitos do Homem

Opinião
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Paulistano, nasceu em 18 de maio de 1942 e fez o ensino fundamental e médio no Liceu Pasteur. Bacharel em Direito, ingressou na Faculdade de Direito da USP (São Francisco) e se formou pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU).
Profissional de rádio há 53 anos. Iniciou carreira em 1961, na Rádio América, na época do Grupo Bandeirantes, e desde 1963, há 51 anos, (em fev.2015, 52), está na Rádio Bandeirantes;

Apresenta há 41 anos, ininterruptamente, o programa “O Pulo do Gato” das 5h 30 min às 7h, recordista brasileiro de permanência no ar, com o mesmo apresentador; na mesma emissora e horário;

Há 36 anos divide com Salomão Esper , e mais recentemente, com Rafael Colombo, após a morte de Joelmir Beting, em novembro de 2012, os comentários do programa “Gente”, das 8 às 10h, sucessor do famoso “O Trabuco” de Vicente Leporace, que foi um marco no radiojornalismo brasileiro;

Integrou durante 14 anos, entre 1963 e 1977, a equipe esportiva da Bandeirantes, que era chamada de “Scratch do Radio”, comandada por Fiori Gigliotti, como narrador/repórter/apresentador,;
Durante 17 anos, de 1977 a 1994, chefiou o Departamento de Jornalismo da Rádio Bandeirantes, num período rico da história contemporânea, da ditadura à redemocratização;

Na Televisão, apresentou o telejornal local da Rede Bandeirantes, “Band Cidade” e participou como mediador e/ou entrevistador, de vários debates eleitorais, como no último, realizado em 2014, com os candidatos à Presidência.

Em tempo: José Paulo de Andrade tinha 60 anos de rádio e 57 de Rádio Bandeirantes. Sua história foi contada em 2018 no livro “Ninguém segura esse gato”, escrito pelo jornalista Cláudio Junqueira. Apaixonado pelo São Paulo FC, era um dos maiores formadores de opinião do Brasil.

José Paulo de Andrade
Jornalista

PORTUGAL tem um lugar reservado em meu coração. Por ter sido criado em um bairro de portugueses, Vila Mariana, desde cedo me dediquei a reproduzir o que, impropriamente, chamamos de “sotaque”.

Na verdade, quem tem sotaque somos nós. Gosto muito de brincar logo cedo com meus ouvintes “de padaria”, que são multiplicadores de audiência.

Admiro o estilo literário do jornalismo português, de linha européia (mais francesa), que contrasta com nosso estilo direto, de influência norte-americana, por isso, destaco sempre as manchetes do “Correio da Manhã”, de Lisboa, e, às vezes, de “A Bola”. É uma delícia!

Sinto que tem sido do agrado de meus ouvintes, embora uns poucos não gostem de minha reprodução do modo de falar (não imitação…).

Estive algumas vezes em Portugal, e na última visita, além de Lisboa, fui a Óbidos e conheci, na Semana Santa, uma cidade-presépio, chamada Arruda dos Vinhos (a 100 km da capital), onde experimentei o melhor bacalhau de minha vida.

Quanto a minhas origens, o bigodão retorcido de um bisavô não deixa dúvidas, sou Andrade de Portugal, com muito orgulho.

Importante o papel do Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Estado de São Paulo, de manter unidos os “da terrinha”, hoje poucos, e seus descendentes, muitos.

Vejo com preocupação o futuro de um dos clubes mais queridos de São Paulo e faço um apelo através do Portal da Comunidade, para que “salvem a Lusa”, enquanto é tempo.

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Somos privilegiados pela herança lusitana e também por podermos contar com o Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Estado de São Paulo que é o órgão que congrega nossa cultura viva em solo paulista. Pelo Conselho a história não se perde, porque uma das diretrizes da entidade é preservar e valorizar nossos usos e costumes que mantêm a tradição de nossa gente sempre presente nos festivais, no folclore, na música e na gastronomia. A ação do Conselho é defender um legado histórico e cultural inestimável.

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