“Todo homem tem deveres com a comunidade”

Declaração Universal dos Direitos do Homem

Opinião
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Nasci em São Paulo, sou Delegada de Polícia há 24 anos, trabalhando na Capital, Noroeste Paulista, Litoral Norte e no momento no Deic de São José dos Campos. Participei do Fórum de Delegados de Policia do Brasil na consulta da elaboração da Lei Maria da Penha, tendo sido a Delegada de Polícia que primeiro prendeu um homem agressor, após o advento da Lei Maria da Penha. Ministrei cursos para Policiais Militares no Litoral Norte para exercerem a Ronda Maria da Penha. Tenho duas filhas maiores de idade e nós três possuímos cidadania Portuguesa, com muito orgulho.

Junia Cristina Leme Macedo
Delegada de Polícia

Em 22 de abril do ano de 1500, os portugueses chegaram ao Brasil. Até 1530 se dedicaram aos primeiros contatos com os povos indígenas, da defesa de território e da extração do Pau-Brasil. A partir de 1534 realmente partem para o desenvolvimento e exploração das novas terras. Ao contrário do que é ensinado, que o Brasil foi colonizado com os degradados da sociedade, não é fato, pois, as Grandes Navegações visavam dois mundos imaginários “transmitir a fé cristã e fazer deste empreendimento algo rentável.” Portanto, contavam com grandes navegadores e pessoas de conhecimentos específicos.

Bom, anos de lutas, conquistas, adaptações ocorreram até chegarmos aos novos dias. Quando um bravo português e sonhador veio para este País e aqui edificou seu sonho. Dentre eles eu, meus irmãos e minha saudosa mãe. Fazemos parte do que pode ser chamado de uma família comum, a qual lutou e luta todos os dias para que os descendentes daquele pequeno grande homem, tenham um País melhor para se viver.

É por isto que neste momento me afasto de minha profissão junto à Polícia Civil do Estado de São Paulo, na qual estou há 24 anos, e depois de ter passado pelo escrivanato, e atuo como Delegada de Polícia, para me dedicar à política deste mesmo Estado, com a convicção de que não abandono nada, mas acrescento à minha existência a expansão da luta, iniciada lá atrás, em prol de portugueses, indígenas, latinos, enfim, pessoas que de uma forma ou de outra necessitam ter seus direitos respeitados e suas necessidades ouvidas. É o que ofereço de coração aberto a este povo miscigenado e de uma bravura inigualável.

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Somos privilegiados pela herança lusitana e também por podermos contar com o Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Estado de São Paulo que é o órgão que congrega nossa cultura viva em solo paulista. Pelo Conselho a história não se perde, porque uma das diretrizes da entidade é preservar e valorizar nossos usos e costumes que mantêm a tradição de nossa gente sempre presente nos festivais, no folclore, na música e na gastronomia. A ação do Conselho é defender um legado histórico e cultural inestimável.

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