“Todo homem tem deveres com a comunidade”

Declaração Universal dos Direitos do Homem

Opinião
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Roberto Alves de Lucena é pastor, político, escritor e conferencista. Nasceu em Santa Isabel, região metropolitana de São Paulo, no dia 18 de abril de 1966, filho do casal de migrantes nordestinos Antonio Vieira de Lucena e Eunice Alves de Lucena. Da união com a pastora, professora e assistente social Bernadete Lucena, nasceram seus filhos Melissa e Renan, e seus netos Lívia, Lorena e Lorenzo.

Ainda jovem, Roberto de Lucena recebeu forte influência religiosa de seu pai e de seus avós paternos, o que fez aflorar cedo a sua vocação eclesiástica. Pregador desde os seis anos de idade, Lucena começou a trabalhar aos 14 anos com carteira assinada e tornou-se pastor evangélico aos 20 anos depois de ter cursado o ensino fundamental e médio na rede pública estadual em Santa Isabel e se graduado em Ciências da Religião e Teologia pelo Instituto Ecumênico de Ensino Superior (IEES) na capital paulista em 1999.

Em 1991 fundou, em Arujá a Igreja O Brasil Para Cristo – da denominação evangélica pentecostal fundada anos antes pelo Missionário Manoel de Mello, em 03 de março de 1956 – uma das maiores igrejas pentecostais do país – da qual Roberto de Lucena foi presidente nacional.  Atualmente O Brasil Para Cristo conta com quase 1 milhão de membros, congregados em aproximadamente três mil templos espalhados nacionalmente.

CARREIRA POLÍTICA

Em 2010, depois de atuar em movimentos cristãos de defesa dos direitos humanos, Roberto de Lucena candidatou-se a uma vaga na Câmara dos Deputados, tendo sido eleito com a 3º maior votação do seu partido em São Paulo, em mais de 430 municípios, para a 54ª Legislatura do Congresso Nacional, sendo reeleito em 2014 e em 2018. Foi vice-líder da Bancada Verde e do bloco PV/PPS na Câmara Federal, vice-líder do Podemos e vice-líder do Republicanos.  Foi ainda vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional; membro titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN); presidente da Comissão de Direitos da Pessoa Idosa; vice-presidente da Comissão de Turismo; dirigente da Comissão de Turismo do Congresso Nacional; presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle; deputado do Parlasul; presidente do GP ONU – Órgão de Diplomacia do Congresso Nacional. Participou ainda da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Trabalho Escravo e da CPI do Tráfico de Pessoas no Brasil.

Em 2015 e 2016 esteve licenciado do mandato de deputado federal para exercer o cargo de Secretário de Estado de Turismo de São Paulo. 

Criou a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos e da Justiça Social.

Em 2023 foi convidado pelo governador Tarcísio de Freitas para assumir o cargo de Secretário de Estado de Turismo e Viagens, função que desempenhou até o mês de maio de 2026, trabalhando para desenvolver ainda mais essa cadeia econômica no estado de São Paulo – setor que emprega quase 2,5 milhões de pessoas, representa 10% do PIB e envolve 1/3 dos 645 municípios de São Paulo.

O Secretário Roberto de Lucena é Comendador; personalidade da década de 2010; cidadão norte-rio-grandense; cidadão maranhense; cidadão piauiense; medalha Tiradentes do Rio de Janeiro; cidadão de dezenas de municípios do Estado de São Paulo; laureado pela Polícia Militar de São Paulo; e outras condecorações. É conservador, defende a vida, a família e as liberdades garantidas pela Constituição Federal. Apoia o empreendedorismo, o agro sustentável e o municipalismo. Na sua primeira gestão como Secretário de Turismo do Estado foram implantados os Municípios de Interesse Turístico.

Roberto de Lucena
Ex-deputado federal e ex-secretário de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo

É com muito orgulho e alegria que participo deste importante site do Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Estado de São Paulo – CCLB, entidade presidida pelo notável Antero José Pereira. Trata-se de uma honra considerável estar aqui em meio a tantos notáveis que já deixaram sua marca valorizando esta importante relação entre Brasil e Portugal.

Como estamos no mês de junho, sempre é bom destacar que anualmente, no dia da morte de Camões – 10 de junho –, os lusitanos promovem três celebrações: Dia de Portugal, Dia de Camões e a terceira comemoração privilegia as Comunidades Portuguesas, que, espalhadas pelo mundo, representam a mais intensa e consistente manifestação das tradições do povo lusitano, levadas aos mais diversos rincões do planeta. O gênio de Camões é comparável ao de Virgílio, Dante, Cervantes ou Shakespeare e, de suas obras, a epopeia Os Lusíadas é a mais significativa.

A importância deste Conselho passa pelas comunidades que preservam o expressivo acervo cultural da pátria mãe, mantendo viva a cultura, a memória e a identidade portuguesa em todos os corações lusitanos. Quero aqui ressaltar a informação do Instituto Camões: a Língua Portuguesa é falada por 260 milhões de pessoas (3,7% da população mundial) sendo a quarta língua materna mais falada no mundo, depois do mandarim, inglês e espanhol. E tem mais: o português é a língua oficial de nove países-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e de Macau.

E por fim, quero expressar minha satisfação em celebrar datas tão importantes para todos e também para mim que trago esta hereditariedade luso-brasileira desde 1535. Desejo o melhor para este Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Estado de São Paulo que nos engrandece em preservar nossa cultura, valores e tradição. E obrigado por me acolher de braços abertos.
Salve 10 de junho! Dia de Portugal, Dia de Camões e das Comunidades Portuguesas!

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Somos privilegiados pela herança lusitana e também por podermos contar com o Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Estado de São Paulo que é o órgão que congrega nossa cultura viva em solo paulista. Pelo Conselho a história não se perde, porque uma das diretrizes da entidade é preservar e valorizar nossos usos e costumes que mantêm a tradição de nossa gente sempre presente nos festivais, no folclore, na música e na gastronomia. A ação do Conselho é defender um legado histórico e cultural inestimável.

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